Petrobras. Relacionamento com Investidores

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Relações com Investidores

Assinatura do contrato para construção do Gasoduto Cabiúnas-Vitória

 Rio de Janeiro, 17 de abril de 2006 – PETRÓLEO BRASILEIRO S/A - PETROBRAS, [Bovespa: PETR3/PETR4, NYSE: PBR/PBRA, Latibex: XPBR/XPBRA], uma companhia brasileira de energia com atuação internacional, comunica que com o objetivo de aumentar a oferta e a capacidade de transporte de gás natural no país, a Petrobras e a estatal chinesa de petróleo Sinopec Group, assinarão hoje o contrato de engenharia, suprimento, construção e montagem (EPC - engeneering proeurement and construction) do gasoduto Cabiúnas-Vitória (Gascav), primeira parte do Gasene, Gasoduto de Interligação Sudeste-Nordeste, que irá escoar gás natural para as regiões Sudeste e Nordeste.

 

Também integram o Gasene, os gasodutos Vitória - Cacimbas, que terá 125 km de Extensão, já em construção, e o gasoduto Cacimbas-Catu,  que será o maior trecho, com 765 km, em fase de projeto.

 

O valor do contrato - U$ 239 milhões - prevê a construção do gasoduto em 15 meses, após sua assinatura.

 

O Gascav terá vazão de 20 milhões m3 por dia, e 28 polegadas de diâmetro Com extensão total de cerca de 300km, o gasoduto será construído em três partes. O trecho A, com 78 km de extensão, começa no terminal de Cabiúnas, no Litoral Norte Fluminense, e vai até o ponto de entrega em Campos de Goytacazes (RJ), onde começa o trecho B, que terá aproximadamente 126 km, chegando até à futura estação de compressão de Piúma, no Litoral do Espírito Santo. A terceira parte do gasoduto vai da estação de compressão de Piúma até a estação de redução de pressão na cidade de Serra (ES) e terá cerca de 96 km.

           

Gasene

 

Para que o setor de gás natural no Brasil alcance o estágio de mercado maduro é fundamental ampliar a infra-estrutura de transporte. O Gasoduto de Interligação Sudeste – Nordeste – Gasene está entre os empreendimentos previstos no Plano Estratégico da Petrobras que prevê, para o segmento de gás e energia, investimentos de US$ 6,5 bilhões nos próximos cinco anos. Sua construção, totalizando 1.215 km de dutos, vai permitir a interligação do gás importado da Bolívia e produzido no sudeste e nordeste, com o mercado consumidor situado nestas duas regiões.

 

O Gasene vai suprir déficit de oferta de gás para a Região Nordeste, aumentar a distribuição do gás da Bolívia e criar novos mercados, principalmente entre Cabiúnas, no Estado do Rio, e Catu, na Bahia.  Sua entrada em operação vai, também, permitir a monetização  das reservas atuais e futuras das Bacias de  Campos, Santos e Espírito Santo e oferecer maior flexibilidade para o remanejamento da oferta de gás, em função de eventuais oscilações na demanda. Por tudo isso, a construção do Gasene é uma obra fundamental para a consolidação da indústria de gás natural no País, integrando os mercados do Sul, Sudeste, Centro – Oeste e Nordeste.

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