Petrobras. Relacionamento com Investidores

Petrobras

Relações com Investidores

Órgãos reguladores nos Estados Unidos aprovam plano para utilização do primeiro Fpso no Golfo do México

Rio de Janeiro, 11 de dezembro de 2006 – PETRÓLEO BRASILEIRO S/A - PETROBRAS, [Bovespa: PETR3/PETR4, NYSE:  PBR/PBRA, Latibex: XPBR/XPBRA], uma companhia brasileira de energia com atuação internacional, comunica que seu Plano Conceitual para o desenvolvimento dos campos de Cascade e Chinook foi aprovado pelo Mineral Management Service (MMS). É a primeira vez que a utilização de uma plataforma do tipo Floating Production, Storage and Offloading – FPSO recebe este nível de aprovação para ser usada no Golfo do México. O MMS é a agência do Governo dos Estados Unidos, subordinada ao Departamento do Interior, que administra os recursos de petróleo, gás natural e outros minerais na plataforma continental marítima daquele país.
A aplicação de novas tecnologias pela Petrobras possibilitará o desenvolvimento mais acelerado dos campos, em fases, com início de  produção previsto para 2009. A Petrobras tem uma extensa e comprovada experiência no uso de FPSO’s em águas brasileiras desde 1979, onde atualmente 15 unidades estão em operação, e para onde outras nove estão em construção. A proposta de uso de FPSO tem se comprovado eficaz como meio de melhorar a capacidade de desenvolver reservas de óleo e gás em águas profundas e ultraprofundas.
A Petrobras propôs a utilização de seis novas tecnologias ainda não aplicadas no setor americano do Golfo do México incluindo FPSO com turret desconectável, que permite a sua remoção durante a passagem de furacões e outras intempéries, transporte de óleo por navio
aliviador, bombas submersas, risers auto-sustentáveis, estacas torpedo e linhas de ancoragem de polyester.
O plano prevê a instalação e operação de um FPSO em profundidade de água de aproximadamente 2.500 metros. Na primeira fase dois poços submarinos em Cascade e um em Chinook, cada um com aproximadamente 8.200 metros de profundidade, serão interligados.
O escoamento da produção de óleo e gás será por navio aliviador e gasoduto, respectivamente. Novos poços poderão ser interligados em função do comprtamento dos reservatórios.
Estudos mais detalhados de engenharia darão prosseguimento ao processo, incluindo aelaboração do Plano Operacional de Águas Profundas, que incluirá todo detalhamento técnico demonstrando que estas novas tecnologias atenderão ou excederão as exigências atuais para operações no Golfo do México.
A Petrobras é a operadora nos campos de Cascade e Chinook com participações de 50% e 66,7%, respectivamente. A empresa Devon Energy Corporation possui o restante da participação em Cascade e a empresa TOTAL E&P USA, INC., uma subsidiária da TOTAL SA,
possui 33,33% de Chinook.

outras nove estão em construção. A proposta de uso de FPSO tem se comprovado eficaz como meio de melhorar a capacidade de desenvolver reservas de óleo e gás em águas profundas e ultraprofundas.
A Petrobras propôs a utilização de seis novas tecnologias ainda não aplicadas no setor americano do Golfo do México incluindo FPSO com turret desconectável, que permite a sua remoção durante a passagem de furacões e outras intempéries, transporte de óleo por navio
aliviador, bombas submersas, risers auto-sustentáveis, estacas torpedo e linhas de ancoragem de polyester.
O plano prevê a instalação e operação de um FPSO em profundidade de água de aproximadamente 2.500 metros. Na primeira fase dois poços submarinos em Cascade e um em Chinook, cada um com aproximadamente 8.200 metros de profundidade, serão interligados.
O escoamento da produção de óleo e gás será por navio aliviador e gasoduto, respectivamente. Novos poços poderão ser interligados em função do comprtamento dos reservatórios.
Estudos mais detalhados de engenharia darão prosseguimento ao processo, incluindo aelaboração do Plano Operacional de Águas Profundas, que incluirá todo detalhamento técnico demonstrando que estas novas tecnologias atenderão ou excederão as exigências atuais para
operações no Golfo do México.
A Petrobras é a operadora nos campos de Cascade e Chinook com participações de 50% e 66,7%, respectivamente. A empresa Devon Energy Corporation possui o restante da participação em Cascade e a empresa TOTAL E&P USA, INC., uma subsidiária da TOTAL SA,
possui 33,33% de Chinook

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