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Petrobras e YPFB fecham acordo sobre gás boliviano

Rio de Janeiro, 15 de Fevereiro de 2007 – PETRÓLEO BRASILEIRO S/A - PETROBRAS, [Bovespa: PETR3/PETR4, NYSE: PBR/PBRA, Latibex: XPBR/XPBRA, BCBA: APBR/APBRA], uma companhia brasileira de energia com atuação internacional, comunica que em reunião ontem em Brasília da qual participaram os Ministros de Hidrocarburetos da Bolívia Carlos Villegas, de Minas e Energia do Brasil Silas Rondeau Cavalcanti Silva, e dos Presidentes da Yacimientos Petrolíferos Fiscales Bolivianos Manuel Morales Olivera e da Petrobras José Sergio Gabrielli, ficou decidido o que segue:

·    Não haverá alteração de volumes ou na formula do preço de compra do gás natural da Bolívia prevista no atual contrato de compra e venda entre YPFB e Petrobras (GSA).

·         A Petrobras aceitou pagar à YPFB, a preços vigentes no mercado internacional, pelas frações de hidrocarbonetos líquidos presentes no gás natural efetivamente entregue que elevam seu poder calórifico para valores acima de 8900 quilocalorias (kcal) por metro cúbico (m3), equivalentes a 1000 BTU por pé cúbico.

Atualmente, pelos termos do GSA, o gás natural entregue pela YPFB à Petrobras tem poder calorífico de no mínimo 9200 kcal/m3 (1034 BTU/pé cúbico), refletindo a presença de líquidos de gás natural (etano, butano, propano e gasolina natural) de maior valor no mercado internacional do que o metano, componente básico do gás natural para uso térmico.

Reconhecendo este benefício de qualidade, a Petrobras aceitou remunerar a YPFB pelo valor calorífico que exceder 8900 kcal/m3 (1000 BTU/pé cúbico), de acordo com fórmula a ser negociada com base em cotações internacionais que deverá constar de um aditivo ao contrato GSA. A YPFB assegurará a manutenção do poder calorífico mínimo de 9200 kcal/m3. A Petrobras estudará a melhor forma de aproveitar no futuro estes componentes mais nobres do gás. 

A YPFB assumiu o compromisso de registrar em cartório até o dia 15 de março os contratos de operação assinados com a Petrobras em 28/10/2006, e com a utilização de contratos de troca de gás (swap), por parte da Petrobras, para adequar sua disponibilidade de gás para exportação com as exigências do mercado interno Boliviano.

A Petrobras informa que os contratos de venda de gás já firmados entre a estatal e as distribuidoras no Brasil não sofrerão alterações. Somente os novos contratos levarão em conta a nova realidade de mercado.

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