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Petrobras adquire participação em bloco exploratório na Namíbia

Rio de Janeiro, 18 de maio de 2009 – PETRÓLEO BRASILEIRO S/A - PETROBRAS, [Bovespa: PETR3/PETR4, NYSE: PBR/PBRA, Latibex: XPBR/XPBRA, BCBA: APBR/APBRA], uma companhia brasileira de energia com atuação internacional, informa que adquiriu da Chariot, grupo independente de exploração de petróleo e gás, 50% de participação na exploração do bloco 2714A, localizado no mar do sul da Namíbia. As duas empresas assinaram um contrato de farm-out (cessão parcial dos interesses) para o bloco, tendo sido representadas por suas subsidiárias integrais, a Petrobras Oil and Gas BV e a Enigma Oil & Gas Exploration. Os 50% restantes da participação permanecem com a Chariot, tendo a subsidiária local Enigma como operadora do bloco.

Segundo o acordo, a Petrobras pagará pela aquisição, o montante inicial de US$ 16,04 milhões, referentes a um bônus de assinatura e reembolso de custos passados que inclui uma aquisição de sísmica 3D.

Além do valor acima referido, no caso de uma descoberta comercial, será pago um bônus de produção equivalente à 4,75% (após royalties) da parcela de produção da Petrobras limitado à 2 milhões de barris de óleo equivalente ou ao valor de US$ 118,0 milhões, o que ocorrer primeiro.

O compromisso de trabalho assumido pela Petrobras é realizar estudos geológicos e geofísicos que permitam a modelagem do sistema petrolífero da área, com opção de saída antes de perfurar um poço. O período inicial de exploração no bloco se encerra em agosto de 2010. O documento assinado pelas duas empresas ainda está sujeito à aprovação do Ministério de Minas e Energia da Namíbia.

Cobrindo uma área de aproximadamente 5.500 quilômetros quadrados, em águas que variam de 150 a 1.500 metros de profundidade, o bloco está situado na bacia costeira do Sudoeste da África, entre as sub-bacias de Orange e Luderitz, a uma distância média de 80 quilômetros da costa. Um programa sísmico de 3D com 1.000 quilômetros quadrados de área foi realizado recentemente pela Enigma no bloco. O processamento e a interpretação destes dados estão em andamento e há a previsão, ainda para este ano, de outro programa sísmico no bloco de cerca de 1.500 quilômetros quadrados adicionais.

Após concluir a avaliação dos dados, a Petrobras poderá optar por renovar o contrato, o que inclui compromisso com o programa de exploração para a perfuração de um poço exploratório. A Enigma continuará sendo a operadora do bloco até o final do período inicial de exploração, podendo a Petrobras assumir esta posição posteriormente, caso resolva continuar no bloco na fase seguinte.

A assinatura desse contrato está em consonância com a estratégia da Petrobras de buscar oportunidades em águas profundas e ultra profundas no Oeste da África, onde a companhia já possui importante atuação em países como Angola e Nigéria.

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