Petrobras. Relacionamento com Investidores

Petrobras

Relações com Investidores

Divulgação do 2º Trimestre de 2011

Rio de Janeiro, 15 de agosto de 2011 – Petróleo Brasileiro S.A. - Petrobras divulga os resultados consolidados do segundo trimestre de 2011(2T11) e primeiro semestre de 2011 (1S11), segundo os padrões internacionais de contabilidade (IFRS). 

No 2T11, o lucro líquido foi de R$ 10,94 bilhões (R$ 0,84 por ação), 32% superior ao lucro do segundo trimestre de 2010 (2T10) de R$ 8,29 bilhões (R$ 0,95 por ação). O lucro antes do resultado financeiro, das participações e impostos alcançou R$ 12,05 bilhões no 2T11 e R$ 12,3 bilhões no 2T10.

No 1S11 o lucro líquido alcançou R$21,93 bilhões, 37% superior ao lucro líquido do primeiro semestre de 2010 (1S10) de R$ 16,02 bilhões.  O resultado refletiu o aumento na receita de vendas de 12% que foi impulsionado por: crescimento de 2% na produção nacional de óleo e gás natural e, principalmente, pelo aumento no volume vendido de derivados (+9%) e gás natural (+7%) no mercado interno, comercializados a preços mais elevados em função do aumento de 5% do preço médio de realização.

No resultado segmentado, o aumento do preço do petróleo e do volume de produção no ano influenciaram o resultado do segmento de Exploração e Produção (E&P). Porém, o segmento Abastecimento apresentou queda no resultado em função da elevação do preço do petróleo.

 

Segmentos(1)

2T11

2T10

1S11

1S10

Exploração e Produção

10.593

7.649

19.920

14.961

Abastecimento

(2.280)

(108)

(2.375)

1.008

Outros Segmentos(2)

1.546

1.132

3.260

2.242

 

(1) Inclui transações inter-segmentos que são eliminadas para cálculo do lucro da Companhia
(2) Não considera Segmento Corporativo

 

Os investimentos alcançaram R$ 32 bilhões no 1S11, 16% inferior ao investimento realizado no 1S10, direcionados principalmente para o segmento de E&P (46%) e Abastecimento (38%), que juntos responderam por 84% do volume total investido. A maior parte dos investimentos foi financiada pela geração de caixa da Companhia que, medida pelo EBITDA, atingiu R$ 16,1 bilhões no 2T11 e R$ 32,2 bilhões no 1S11.

O nível de alavancagem da companhia manteve-se em patamares confortáveis (17%), abaixo do limite estabelecido pela própria Petrobras, que é de 35%. 

A agência de classificação de risco Moody´s elevou a nota de risco (rating) da dívida da Petrobras em moeda estrangeira de Baa1 para A3, assim como da dívida de suas subsidiárias com garantia da Petrobras.
 

 

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