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Acesse as informações sobre as nossas divulgações trimestrais de resultados.

Veja as apresentações, os áudios e transcrições dos webcasts. Confira os RMFs, ITRs e outras informações sobre as nossas divulgações trimestrais de resultados.

Rio de Janeiro, 6 de Novembro de 2018 - RESULTADOS CONSOLIDADOS DO TERCEIRO TRIMESTRE DE 2018 - Informações contábeis intermediárias consolidadas revisadas pelos auditores independentes de acordo com os padrões internacionais de contabilidade (IFRS).

Lucro Líquido
R$ 6.644 milhões

Produção
2.514 mil boed

EBITDA Ajustado
R$ 29.856 milhões

Principais Destaques

Resultado

A Petrobras apresentou lucro líquido de R$ 23.677 milhões nos 9M-2018, o melhor resultado desde 2011 e um  crescimento de 371% comparado aos 9M-2017, com destaque para:

  • Maiores margens nas vendas de derivados no Brasil e nas exportações, ambas impulsionadas pelo aumento do Brent e pela depreciação do real
  • Aumento nas vendas de diesel com expansão de market-share
  • Menores despesas gerais e administrativas, seguindo a disciplina de controle de gastos  
  • Redução das despesas com juros devido ao decréscimo do endividamento.

 

Em setembro foram firmados acordos com DOJ e SEC para encerramento das investigações das autoridades norte-americanas, no valor de R$ 3,5 bilhões, reduzindo os riscos para a companhia. Excluindo-se esses acordos, bem como os efeitos do acordo da Class Action, o lucro líquido seria de R$ 10.269 milhões no trimestre e R$ 28.012 milhões no acumulado do ano.

O EBITDA Ajustado* foi de R$ 85.691 milhões, 35% superior aos 9M-2017, devido ao incremento das margens de vendas de derivados no Brasil e das exportações, atingindo a margem de 33%.

O Fluxo de Caixa Livre* permaneceu positivo pelo décimo quarto trimestre consecutivo, atingindo R$ 37.481 milhões nos 9M-2018, mesmo patamar do ano anterior, devido ao aumento da geração operacional, apesar dos pagamentos relacionados ao acordo da Class Action, e dos maiores investimentos.

Considerando o lucro acumulado, a redução das incertezas com os acordos da Class Action e com DOJ e SEC e a meta de alavancagem financeira, foi aprovada maior antecipação de Juros sobre Capital Próprio, no valor de R$ 0,10 por ação, igualmente para preferenciais e ordinárias, somando R$ 1.304,4 milhões. Com isso, as antecipações totalizam R$ 2.608,8 milhões.

Métricas de Topo

TAR: Após redução significativa desde 2015, a TAR (taxa de acidentados registráveis por milhão de homens-hora) se manteve em 1,06, mesmo nível do trimestre anterior. A companhia trabalha para a melhoria contínua da cultura e das condições de segurança e adota o limite de alerta de 1,0.   

Alavancagem financeira: O endividamento bruto atingiu US$ 88.115 milhões e o líquido, US$ 72.888 milhões, com redução de 19% e 14% em relação a dezembro de 2017, respectivamente. A gestão ativa da dívida possibilitou o alongamento do prazo médio para 9 anos, com taxa média de 6,2%. O índice dívida líquida sobre LTM EBITDA Ajustado* reduziu para 2,96 em setembro de 2018, comparado a 3,67 em 2017. Excluindo-se o acordo da Class Action, esse índice seria de 2,66, em trajetória convergente para a meta de 2,5.

Outros destaques

  • Iniciada a produção dos FPSOs Cidade Campos dos Goytacazes no campo de Tartaruga Verde, P-74 no campo de Búzios e P-69 no campo de Lula (em outubro)
  • Adquirido o bloco Sudoeste de Tartaruga Verde, na 5ª rodada de partilha promovida pela ANP
  • Celebradas parcerias com Equinor para negócios no segmento de energia eólica offshore no Brasil, com a Total no segmento de energias renováveis, com a CNPC  no projeto do Comperj e cluster de Marlim e com a Murphy para atuação no Golfo do México
  • Recebido o montante de R$ 1,6 bilhão referente à 2ª fase do programa de subvenção do diesel
  • Adotado mecanismo de hedge complementar para gasolina, permitindo maior espaçamento nos reajustes
  • Ressarcidos à companhia R$ 1,7 bilhão de recursos recuperados pela operação Lava Jato
  • Firmado Pacto de Integridade para aprimoramento das medidas de transparência e prevenção à corrupção
  • Adotado novo Plano de Carreiras e Remuneração, valorizando a mobilidade e a meritocracia
  • Retomada a operação da Replan com 50% de sua capacidade, após sinistro sem ocorrência de acidentados
  • A companhia manteve sua posição de exportadora líquida, com saldo de 272 mil bpd nos 9M-2018.*


* Vide definições de Fluxo de Caixa Livre, EBITDA Ajustado, LTM EBITDA Ajustado, Margem do EBITDA Ajustado e Endividamento Líquido no Glossário e respectivas reconciliações nas seções de Liquidez e Recursos de Capital, Reconciliação do EBITDA Ajustado, do LTM EBITDA Ajustado e Endividamento Líquido.

 

Áudio da Divulgação dos Resultados 3T18

Rio de Janeiro, 03 de agosto de 2018 - RESULTADOS CONSOLIDADOS DO SEGUNDO TRIMESTRE DE 2018 - Informações contábeis intermediárias consolidadas revisadas pelos auditores independentes de acordo com os padrões internacionais de contabilidade (IFRS).

Lucro Líquido
R$ 10.072 milhões

Produção
2.563 mil boed

EBITDA Ajustado
R$ 30.067 milhões

Principais Destaques
  • Resultado

 A Petrobras apresentou lucro líquido de R$ 17.033 milhões no 1S-2018, com crescimento de 257% e o melhor resultado semestral desde 2011, determinado por:

. Aumento da cotação do Brent, que resultou em maiores margens nas exportações de petróleo e nas vendas de derivados no Brasil, associado à depreciação do real; 
. Redução das despesas com juros devido ao decréscimo do endividamento; 
. Menores despesas gerais e administrativas e com ociosidade de equipamentos; e
. Por outro lado, a maior cotação do petróleo acarretou maiores gastos com participações governamentais.

A geração operacional e a entrada de caixa de US$ 4.914 milhões com os desinvestimentos propiciaram amortização e pré-pagamentos de dívidas, resultando em uma queda expressiva de 16% no endividamento bruto, que atingiu US$ 91.712 milhões e de 13% no endividamento líquido, que atingiu US$ 73.662 milhões.

O Fluxo de Caixa Livre* permaneceu positivo pelo décimo terceiro trimestre consecutivo, atingindo R$ 29.366 milhões no 1S-2018, 29% superior ao primeiro semestre do ano anterior, principalmente em função da maior geração operacional, aliado à menor realização dos investimentos no período.

Seguindo a Política de Remuneração aos Acionistas e levando em conta o lucro apurado no trimestre e a meta de desalavancagem financeira, foi aprovada a antecipação de Juros sobre Capital Próprio, no valor de R$ 0,05 por ação, igualmente para preferenciais e ordinárias, adotando os mesmos valores já distribuídos no 1T-2018, de R$ 652,2 milhões. Com isso, as antecipações de JCP  totalizam R$ 1.304,4  milhões no semestre.

  • Métrica - Dívida líquida / EBITDA Ajustado

O EBITDA Ajustado* aumentou 26% em relação ao 1S-2017, para R$ 55.835 milhões, devido ao incremento das margens de vendas de derivados no mercado interno e das exportações de óleo, ambos impulsionados pelo aumento do Brent e pela depreciação do real. A margem do EBITDA Ajustado foi de 35%. 

O índice dívida líquida sobre LTM EBITDA Ajustado* reduziu para 3,23 em junho de 2018, comparado a 3,67 em dezembro de 2017. Já a alavancagem* diminuiu de 51% para 50%, neste período. 
Excluindo-se a provisão para o acordo da Class Action, a companhia apresentaria o índice dívida líquida/ LTM EBITDA Ajustado de 2,86, em trajetória convergente para a meta de 2,5 até o final de 2018.

  • Destaques operacionais

A produção total de petróleo e gás natural da Petrobras no 1S-2018 foi de 2.669 mil barris de óleo equivalente por dia (boed), sendo 2.572 mil boed no Brasil, 4% inferior ao 1S-2017, refletindo, principalmente, os desinvestimentos nos campos de Lapa e Roncador.
 
Neste trimestre entraram em operação o primeiro sistema de produção na área da Cessão Onerosa,  no campo de Búzios, com a P-74, e um novo sistema de produção na Bacia de Campos, no campo de Tartaruga Verde. Adicionalmente, vale destacar a ampliação do portfólio exploratório, pela aquisição de áreas de grande potencial, nas rodadas de licitações da ANP.

Em comparação ao 1S-2017 a produção de derivados no Brasil caiu 3%, enquanto a venda doméstica reduziu 6%, totalizando 1.759 mil barris por dia (bpd) e 1.823 mil bpd, respectivamente, devido à redução nas vendas de nafta para a Braskem e à perda de participação de mercado da gasolina para o etanol. Em relação ao 1T-2018, houve acréscimo do market-share no diesel e na gasolina, resultando em aumento no volume de vendas, com destaque para o diesel, que cresceu 15%. 

A companhia manteve sua posição de exportadora líquida, com saldo de 372 mil bpd no 1S-2018 (vs. 401 mil bpd no 1S-2017).

 

 

 

* Vide definições de Fluxo de Caixa Livre, EBITDA Ajustado, LTM EBITDA Ajustado, Margem do EBITDA Ajustado, Alavancagem e Endividamento Líquido no Glossário e respectivas reconciliações nas seções de Liquidez e Recursos de Capital, Reconciliação do EBITDA Ajustado, do LTM EBITDA Ajustado e Endividamento Líquido.


Áudio da Divulgação dos Resultados 2T18

Rio de Janeiro, 08 de maio de 2018 - RESULTADOS CONSOLIDADOS DO PRIMEIRO TRIMESTRE DE 2018 - Informações contábeis intermediárias consolidadas revisadas pelos auditores independentes de acordo com os padrões internacionais de contabilidade (IFRS).

Lucro Líquido
R$ 6.961 milhões

Produção
2.680 mil boed

EBITDA Ajustado
R$ 25.669 milhões

Principais Destaques
  • Resultado

A Petrobras apresentou lucro líquido de R$ 6.961 milhões no 1T-2018, 56% superior ao primeiro trimestre do ano anterior, determinado por:

Aumento da cotação do Brent, que resultou em maiores margens nas exportações de petróleo;
• Maior lucro com vendas de derivados, em consequência da política de preços implementada;
• Maiores margens e volumes na comercialização de gás natural;
• Ganho de R$ 3.223 milhões com alienação dos ativos de Lapa, Iara e Carcará;
• Menores gastos com ociosidade de equipamentos; e
• Redução das despesas gerais e administrativas.

Em função do lucro apurado no trimestre e da nova Política de Remuneração aos Acionistas, levando-se ainda em conta a meta de desalavancagem da companhia, foi aprovada a antecipação de Juros sobre Capital Próprio, no valor de R$ 0,05 por ação, igualmente para preferenciais e ordinárias.

O Fluxo de Caixa Livre* permaneceu positivo pelo décimo segundo trimestre consecutivo, atingindo R$ 12.993 milhões no 1T-2018, 3% inferior ao primeiro trimestre do ano anterior, principalmente em função do pagamento da primeira parcela do acordo da Class Action e do prêmio para contratação de opções de venda para proteger o preço de parte da produção de óleo.

  • Métrica - Dívida líquida / EBITDA Ajustado

O endividamento bruto reduziu de R$ 361.483 milhões, em dezembro de 2017, para R$ 340.979 milhões e o endividamento líquido de R$ 280.752 milhões para R$ 270.712 milhões. Em dólares, a queda do endividamento líquido foi de US$ 84.871 milhões para US$ 81.447 milhões, representando uma redução de 4%. Além disso, a gestão de dívida possibilitou o aumento do prazo médio de 8,62 anos para 9,26 anos, com aumento da taxa média dos financiamentos de 6,1% para 6,2%.

O EBITDA Ajustado* aumentou 2% em relação ao 1T-2017, para R$ 25.669 milhões, devido ao incremento das margens de vendas e a margem do EBITDA Ajustado foi de 34%.

O índice dívida líquida sobre LTM EBITDA Ajustado* reduziu para 3,52 em março de 2018, comparado a 3,67 em dezembro de 2017. Já a alavancagem* diminuiu de 51% para 49%, neste período.

Excluindo-se a provisão para o acordo da Class Action, a companhia apresentaria o índice dívida líquida/ LTM EBITDA Ajustado de 3,07.

  • Destaques operacionais

A produção total de petróleo e gás natural da Petrobras no 1T-2018 foi de 2.680 mil barris de óleo equivalente por dia (boed), sendo 2.582 mil boed no Brasil, 4% inferior em relação a 2017, refletindo, principalmente, as paradas programadas e o desinvestimento em Lapa.

A produção de derivados no Brasil caiu 7%, enquanto a venda doméstica reduziu 9% na comparação anual, totalizando 1.679 mil barris por dia (bpd) e 1.768 mil bpd, respectivamente, devido ao aumento da importação de terceiros e perda de participação de mercado da gasolina para o etanol. Em relação ao 4T-2017, houve queda no volume de vendas de gasolina e diesel, em função da menor demanda no mercado interno, embora tenha havido recuperação do market-share no diesel, resultado dos ajustes de preço implementados no final de 2017. Para o gás natural, houve aumento de 7% no volume de vendas comparado ao 1T-2017.

A companhia manteve sua posição de exportadora líquida, com saldo de 507 mil bpd no 1T-2018 (vs. 489 mil bpd no 1T-2017), em função da redução das importações em 38%.

* Vide definições de Fluxo de Caixa Livre, EBITDA Ajustado, LTM EBITDA Ajustado, Margem do EBITDA Ajustado, Alavancagem e Endividamento Líquido no Glossário e respectivas reconciliações nas seções de Liquidez e Recursos de Capital, Reconciliação do EBITDA Ajustado, do LTM EBITDA Ajustado e Endividamento Líquido.

 

 

Áudio da Divulgação dos Resultados 1T18