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Acesse as informações sobre as nossas divulgações trimestrais de resultados.

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Rio de Janeiro, 03 de agosto de 2018 - RESULTADOS CONSOLIDADOS DO SEGUNDO TRIMESTRE DE 2018 - Informações contábeis intermediárias consolidadas revisadas pelos auditores independentes de acordo com os padrões internacionais de contabilidade (IFRS).

Lucro Líquido
R$ 10.072 milhões

Produção
2.563 mil boed

EBITDA Ajustado
R$ 30.067 milhões

Principais Destaques
  • Resultado

 A Petrobras apresentou lucro líquido de R$ 17.033 milhões no 1S-2018, com crescimento de 257% e o melhor resultado semestral desde 2011, determinado por:

. Aumento da cotação do Brent, que resultou em maiores margens nas exportações de petróleo e nas vendas de derivados no Brasil, associado à depreciação do real; 
. Redução das despesas com juros devido ao decréscimo do endividamento; 
. Menores despesas gerais e administrativas e com ociosidade de equipamentos; e
. Por outro lado, a maior cotação do petróleo acarretou maiores gastos com participações governamentais.

A geração operacional e a entrada de caixa de US$ 4.914 milhões com os desinvestimentos propiciaram amortização e pré-pagamentos de dívidas, resultando em uma queda expressiva de 16% no endividamento bruto, que atingiu US$ 91.712 milhões e de 13% no endividamento líquido, que atingiu US$ 73.662 milhões.

O Fluxo de Caixa Livre* permaneceu positivo pelo décimo terceiro trimestre consecutivo, atingindo R$ 29.366 milhões no 1S-2018, 29% superior ao primeiro semestre do ano anterior, principalmente em função da maior geração operacional, aliado à menor realização dos investimentos no período.

Seguindo a Política de Remuneração aos Acionistas e levando em conta o lucro apurado no trimestre e a meta de desalavancagem financeira, foi aprovada a antecipação de Juros sobre Capital Próprio, no valor de R$ 0,05 por ação, igualmente para preferenciais e ordinárias, adotando os mesmos valores já distribuídos no 1T-2018, de R$ 652,2 milhões. Com isso, as antecipações de JCP  totalizam R$ 1.304,4  milhões no semestre.

  • Métrica - Dívida líquida / EBITDA Ajustado

O EBITDA Ajustado* aumentou 26% em relação ao 1S-2017, para R$ 55.835 milhões, devido ao incremento das margens de vendas de derivados no mercado interno e das exportações de óleo, ambos impulsionados pelo aumento do Brent e pela depreciação do real. A margem do EBITDA Ajustado foi de 35%. 

O índice dívida líquida sobre LTM EBITDA Ajustado* reduziu para 3,23 em junho de 2018, comparado a 3,67 em dezembro de 2017. Já a alavancagem* diminuiu de 51% para 50%, neste período. 
Excluindo-se a provisão para o acordo da Class Action, a companhia apresentaria o índice dívida líquida/ LTM EBITDA Ajustado de 2,86, em trajetória convergente para a meta de 2,5 até o final de 2018.

  • Destaques operacionais

A produção total de petróleo e gás natural da Petrobras no 1S-2018 foi de 2.669 mil barris de óleo equivalente por dia (boed), sendo 2.572 mil boed no Brasil, 4% inferior ao 1S-2017, refletindo, principalmente, os desinvestimentos nos campos de Lapa e Roncador.
 
Neste trimestre entraram em operação o primeiro sistema de produção na área da Cessão Onerosa,  no campo de Búzios, com a P-74, e um novo sistema de produção na Bacia de Campos, no campo de Tartaruga Verde. Adicionalmente, vale destacar a ampliação do portfólio exploratório, pela aquisição de áreas de grande potencial, nas rodadas de licitações da ANP.

Em comparação ao 1S-2017 a produção de derivados no Brasil caiu 3%, enquanto a venda doméstica reduziu 6%, totalizando 1.759 mil barris por dia (bpd) e 1.823 mil bpd, respectivamente, devido à redução nas vendas de nafta para a Braskem e à perda de participação de mercado da gasolina para o etanol. Em relação ao 1T-2018, houve acréscimo do market-share no diesel e na gasolina, resultando em aumento no volume de vendas, com destaque para o diesel, que cresceu 15%. 

A companhia manteve sua posição de exportadora líquida, com saldo de 372 mil bpd no 1S-2018 (vs. 401 mil bpd no 1S-2017).

 

 

 

* Vide definições de Fluxo de Caixa Livre, EBITDA Ajustado, LTM EBITDA Ajustado, Margem do EBITDA Ajustado, Alavancagem e Endividamento Líquido no Glossário e respectivas reconciliações nas seções de Liquidez e Recursos de Capital, Reconciliação do EBITDA Ajustado, do LTM EBITDA Ajustado e Endividamento Líquido.


Áudio da Divulgação dos Resultados 2T18

Rio de Janeiro, 08 de maio de 2018 - RESULTADOS CONSOLIDADOS DO PRIMEIRO TRIMESTRE DE 2018 - Informações contábeis intermediárias consolidadas revisadas pelos auditores independentes de acordo com os padrões internacionais de contabilidade (IFRS).

Lucro Líquido
R$ 6.961 milhões

Produção
2.680 mil boed

EBITDA Ajustado
R$ 25.669 milhões

Principais Destaques
  • Resultado

A Petrobras apresentou lucro líquido de R$ 6.961 milhões no 1T-2018, 56% superior ao primeiro trimestre do ano anterior, determinado por:

Aumento da cotação do Brent, que resultou em maiores margens nas exportações de petróleo;
• Maior lucro com vendas de derivados, em consequência da política de preços implementada;
• Maiores margens e volumes na comercialização de gás natural;
• Ganho de R$ 3.223 milhões com alienação dos ativos de Lapa, Iara e Carcará;
• Menores gastos com ociosidade de equipamentos; e
• Redução das despesas gerais e administrativas.

Em função do lucro apurado no trimestre e da nova Política de Remuneração aos Acionistas, levando-se ainda em conta a meta de desalavancagem da companhia, foi aprovada a antecipação de Juros sobre Capital Próprio, no valor de R$ 0,05 por ação, igualmente para preferenciais e ordinárias.

O Fluxo de Caixa Livre* permaneceu positivo pelo décimo segundo trimestre consecutivo, atingindo R$ 12.993 milhões no 1T-2018, 3% inferior ao primeiro trimestre do ano anterior, principalmente em função do pagamento da primeira parcela do acordo da Class Action e do prêmio para contratação de opções de venda para proteger o preço de parte da produção de óleo.

  • Métrica - Dívida líquida / EBITDA Ajustado

O endividamento bruto reduziu de R$ 361.483 milhões, em dezembro de 2017, para R$ 340.979 milhões e o endividamento líquido de R$ 280.752 milhões para R$ 270.712 milhões. Em dólares, a queda do endividamento líquido foi de US$ 84.871 milhões para US$ 81.447 milhões, representando uma redução de 4%. Além disso, a gestão de dívida possibilitou o aumento do prazo médio de 8,62 anos para 9,26 anos, com aumento da taxa média dos financiamentos de 6,1% para 6,2%.

O EBITDA Ajustado* aumentou 2% em relação ao 1T-2017, para R$ 25.669 milhões, devido ao incremento das margens de vendas e a margem do EBITDA Ajustado foi de 34%.

O índice dívida líquida sobre LTM EBITDA Ajustado* reduziu para 3,52 em março de 2018, comparado a 3,67 em dezembro de 2017. Já a alavancagem* diminuiu de 51% para 49%, neste período.

Excluindo-se a provisão para o acordo da Class Action, a companhia apresentaria o índice dívida líquida/ LTM EBITDA Ajustado de 3,07.

  • Destaques operacionais

A produção total de petróleo e gás natural da Petrobras no 1T-2018 foi de 2.680 mil barris de óleo equivalente por dia (boed), sendo 2.582 mil boed no Brasil, 4% inferior em relação a 2017, refletindo, principalmente, as paradas programadas e o desinvestimento em Lapa.

A produção de derivados no Brasil caiu 7%, enquanto a venda doméstica reduziu 9% na comparação anual, totalizando 1.679 mil barris por dia (bpd) e 1.768 mil bpd, respectivamente, devido ao aumento da importação de terceiros e perda de participação de mercado da gasolina para o etanol. Em relação ao 4T-2017, houve queda no volume de vendas de gasolina e diesel, em função da menor demanda no mercado interno, embora tenha havido recuperação do market-share no diesel, resultado dos ajustes de preço implementados no final de 2017. Para o gás natural, houve aumento de 7% no volume de vendas comparado ao 1T-2017.

A companhia manteve sua posição de exportadora líquida, com saldo de 507 mil bpd no 1T-2018 (vs. 489 mil bpd no 1T-2017), em função da redução das importações em 38%.

* Vide definições de Fluxo de Caixa Livre, EBITDA Ajustado, LTM EBITDA Ajustado, Margem do EBITDA Ajustado, Alavancagem e Endividamento Líquido no Glossário e respectivas reconciliações nas seções de Liquidez e Recursos de Capital, Reconciliação do EBITDA Ajustado, do LTM EBITDA Ajustado e Endividamento Líquido.

 

 

Áudio da Divulgação dos Resultados 1T18