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Acesse as informações sobre as nossas divulgações trimestrais de resultados.

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Rio de Janeiro, 15 de março de 2018 - RESULTADOS CONSOLIDADOS DO QUARTO TRIMESTRE DE 2017 - Informações contábeis intermediárias consolidadas revisadas pelos auditores independentes de acordo com os padrões internacionais de contabilidade (IFRS).

Prejuízo
R$ 5.477 milhões

Produção
2.767 mil boed

EBITDA Ajustado
R$ 12.986 milhões

Principais Destaques
  • Resultado

A Petrobras apresentou prejuízo de R$ 446 milhões em 2017, determinado por:

  • Acordo para encerramento da Class Action, nos EUA, no valor de R$ 11.198 milhões; e
  • Adesão aos programas de regularização de débitos federais, totalizando R$ 10.433 milhões.

 

Em comparação a 2016, houve melhora no lucro operacional devido aos seguintes fatores:

  • Maiores exportações líquidas de petróleo, a preços mais elevados;
  • Menores gastos com pessoal;
  • Menores gastos com baixas de poços secos e ociosidade de equipamentos;
  • Ganho com a venda da NTS no 2T-2017; e
  • Menores impairment e depreciação de ativos.

 

Excluindo o acordo da Class Action, a Companhia apresentaria lucro líquido de R$ 7.089 milhões.

O Fluxo de Caixa Livre* permaneceu positivo pelo décimo primeiro trimestre consecutivo, atingindo R$ 44.064 milhões em 2017, 6% superior ao ano anterior. Esse resultado reflete a redução dos investimentos.

  • Métrica - Dívida líquida / EBITDA Ajustado

O endividamento líquido* atingiu R$ 280.752 milhões ou US$ 84.871 milhões, representando uma redução de 11% e 12%, respectivamente, em relação a 2016. Além disso, a gestão da dívida possibilitou o aumento do prazo médio de 7,46 anos para 8,62 anos, simultaneamente à redução da taxa média de 6,2% a.a. para 6,1% a.a.

Já o EBITDA Ajustado* reduziu 14% em 2017, para R$ 76.557 milhões e a margem do EBITDA Ajustado* foi de 27%, por conta do fatores anteriormente citados (Class Action e programas de regularização de débitos federais). Com isso o índice dívida líquida sobre EBITDA Ajustado* aumentou para 3,67 em dezembro de 2017, após ter atingido 3,16 em final de setembro. Já a alavancagem* reduziu de 55% para 51%, no ano.

Excluindo-se o acordo da Class Action, a companhia apresentaria EBITDA Ajustado de R$ 87.755 milhões e o índice dívida líquida/ EBITDA Ajustado de 3,20.

  • Destaques operacionais

A produção total de petróleo e gás natural da Petrobras em 2017 foi de 2.767 mil barris de óleo equivalente por dia (boed), sendo 2.655 mil boed no Brasil, estável em relação ao ano anterior.

Já a produção de derivados no Brasil caiu 5%, enquanto a venda doméstica apresentou queda de 6% na comparação anual, totalizando 1.800 mil barris por dia (bpd) e 1.940 mil bpd, respectivamente.

A companhia manteve sua posição de exportadora líquida, com saldo de 361 mil bpd  em 2017 (vs. 167 mil bpd  em 2016), em função do aumento das exportações de petróleo em 32% e da redução das importações em 18%.

Áudio da Divulgação dos Resultados 4T17

Rio de Janeiro, 13 de Novembro de 2017 - RESULTADOS CONSOLIDADOS DE JANEIRO A SETEMBRO DE 2017 - Informações contábeis intermediárias consolidadas revisadas pelos auditores independentes de acordo com os padrões internacionais de contabilidade (IFRS).

Lucro Líquido
R$ 0,266 bilhão

Produção
2.776 mil bbl/dia

EBITDA Ajustado
R$ 19.223 milhões

Principais Destaques

Principais destaques do resultado

  • Lucro líquido de R$ 5.031 milhões nos 9M-2017, ante um prejuízo de R$ 17.334 milhões no 9M-2016, determinado por:
  • Maiores exportações líquidas de petróleo e derivados, a preços mais elevados;
  • Menores margens e volume de vendas de derivados no Brasil;
  • Menores gastos com pessoal e com baixas de poços secos e/ou subcomerciais;
  • Ganho com a venda da NTS no 2T-2017;
  • Redução do impairment dos ativos; e
  • Maiores gastos com adesão a programas de regularização de débitos federais.
  • O lucro líquido do 3T-2017 atingiu R$ 266 milhões, no mesmo patamar do 2T-2017.
  • O EBITDA Ajustado* nos 9M-2017 ficou estável em R$ 63.571 milhões, evidenciando que a redução nas despesas operacionais e o aumento das exportações compensaram a queda das margens de derivados. A Margem EBITDA Ajustado* foi de 31%.
  • Nos 9M-2017 o Fluxo de Caixa Livre* atingiu R$ 37.456 milhões, 26% acima do registrado no mesmo período do ano anterior. Esse resultado reflete a estabilidade da geração operacional e a redução de investimentos. O Fluxo de Caixa Livre* foi positivo pelo décimo trimestre consecutivo.
  • Em relação a 31.12.2016, houve redução do endividamento bruto em 7%, passando de R$ 385.784 milhões para R$ 359.412 milhões, e do endividamento líquido* em 11%, passando de R$ 314.120 milhões para R$ 279.237 milhões.
  • Em dólares, o decréscimo foi de 9% no endividamento líquido* (US$ 8.238 milhões), que passou de US$ 96.381milhões em 31.12.2016, para US$ 88.143 milhões em 30.09.2017. Além disso, a gestão da dívida possibilitou o aumento do prazo médio do endividamento de 7,46 anos, em 31.12.2016, para 8,36 anos, em 30.09.2017.
  • Redução do índice dívida líquida sobre LTM EBITDA Ajustado* de 3,54 em 31.12.2016, para 3,16 em 30.09.2017. Neste mesmo período, a Alavancagem* reduziu de 55% para 51%.
  • O efetivo de pessoal da Companhia em 30.09.2017 foi de 62.528 empregados, uma redução de 12% em comparação a 30.09.2016, em função do plano de incentivo ao desligamento voluntário (PIDV).


Principais destaques operacionais

  • A produção total de petróleo e gás natural da Petrobras, nos 9M-2017 foi de 2.776 mil barris de óleo equivalente por dia (boed), sendo 2.660 mil boed no Brasil, 3% acima do registrado no ano anterior.
  • Nos 9M-2017, a produção de derivados no Brasil apresentou queda de 6% na comparação anual, totalizando 1.802 mil barris por dia (bpd), enquanto as vendas de derivados no mercado doméstico atingiram 1.959 mil bpd, uma queda de 6%.
  • A companhia manteve sua posição de exportadora líquida, com saldo de 385 mil bpd nos 9M-2017 (vs. 111 mil bpd nos 9M-2016), em função do aumento das exportações de petróleo e derivados em 39% e da redução das importações em 19%.

 

 

Áudio da Divulgação dos Resultados 3T17

Rio de Janeiro, 10 de agosto de 2017 - RESULTADOS CONSOLIDADOS DO PRIMEIRO SEMESTRE DE 2017 - Informações contábeis intermediárias consolidadas revisadas pelos auditores independentes de acordo com os padrões internacionais de contabilidade (IFRS).

Lucro Líquido
R$ 0,316 bilhão

Produção
2.791 mil bbl/dia

EBITDA Ajustado
R$ 44.348 milhões

Principais Destaques

Principais destaques do resultado

  • Lucro líquido de R$ 4.765 milhões no 1S-2017, ante um prejuízo de R$ 876 milhões no 1S-2016, determinado por:
    • Aumento de R$ 9.554 milhões na receita com exportações devido aos maiores volumes e preços de petróleo;
    • Ganho  de R$ 6.977 milhões apurado na venda da participação na Nova Transportadora do Sudeste (NTS);
    • Redução de 68% nos custos exploratórios e de 16% nas despesas de vendas, gerais e administrativas;
    • Retração de 7% nas vendas de derivados no mercado interno e menores gastos com importações; 
    • Gastos com adesão aos Programas de Regularização de Tributos Federais (R$ 6.234 milhões); 
    • Maiores gastos com participações governamentais devido ao aumento da cotação do Brent; e
    • Provisão para perdas com recebíveis referentes ao navio-sonda Vitória 10.000 (R$ 818 milhões).
  • O lucro líquido do 2T-2017 permaneceu no mesmo patamar em relação a igual período do ano anterior (2T-2016), refletindo as menores margens de derivados, a diminuição do volume vendido e redução das despesas operacionais.
  • Aumento de 6% no EBITDA Ajustado* no 1S-2017, para R$ 44.348 milhões, em função das menores despesas operacionais e dos menores gastos com importações. A Margem do EBITDA Ajustado* foi de 33%.
  • No 1S-2017 o Fluxo de Caixa Livre* atingiu R$ 22.722 milhões, 70% acima do registrado no 1S-2016. Esse resultado reflete a combinação entre a melhora da geração operacional e a redução de investimentos. Fluxo de Caixa Livre* foi positivo pelo nono trimestre consecutivo.
  • Em relação a 31.12.2016, houve redução do endividamento bruto em 2%, passando de R$ 385.784 milhões para R$ 376.587 milhões, e do endividamento líquido* em 6%, passando de R$ 314.120 milhões para R$ 295.300 milhões.
  • Em dólares, o decréscimo foi de 7% no Endividamento líquido* (US$ 7.118 milhões), que passou de US$ 96.381 milhões em 31.12.2016, para US$ 89.263 milhões em 30.06.2017. Além disso, a gestão da dívida possibilitou o aumento do prazo médio do endividamento de 7,46 anos, em 31.12.2016, para 7,88 anos, em 30.06.2017.
  • Redução do índice dívida líquida sobre LTM EBITDA Ajustado* de 3,54 em 31.12.2016, para 3,23 em 30.06.2017. Neste mesmo período, a Alavancagem* reduziu de 55% para 53%.
  • O efetivo de pessoal da Companhia em 30.06.2017 foi de 63.152 empregados, uma redução de 18% em comparação a 30.06.2016, em função do plano de incentivo ao desligamento voluntário (PIDV).

 

Principais destaques operacionais

  • A produção total de petróleo e gás natural da Petrobras, no 1S-2017 foi de 2.791 mil barris de óleo equivalente por dia (boed), sendo 2.671 mil boed no Brasil, 6% acima do registrado no 1S-2016. 
  • Durante o 2T-2017, teve início a operação da plataforma P-66, na área de Lula Sul, no pré-sal da Bacia de Santos e, em junho, foi atingido recorde de produção operada de petróleo e gás natural na camada pré-sal de 1.686 mil boed. Além disso, houve menores gastos com ociosidade de sondas.
  • No 1S-2017, a produção de derivados no Brasil apresentou queda de 7% quando comparado ao 1S-2016, totalizando 1.805 mil barris por dia (bpd), enquanto as vendas de derivados no mercado doméstico atingiram 1.943 mil bpd, uma queda de 7%.
  • A companhia manteve sua posição de exportadora líquida, com saldo de 401 mil bpd no 1S-2017 (vs. 62 mil bpd no 1S-2016), em função do aumento das exportações de petróleo e derivados em 48% e da redução das importações em 25%, em comparação com o 1S-2016.
  • Contribuíram para a redução nas importações no 1S-2017 o aumento da participação de óleo nacional na carga processada e do gás natural doméstico no mix de vendas.

 

* Vide definições de Fluxo de Caixa Livre, EBITDA Ajustado, LTM EBITDA Ajustado, Margem do EBITDA Ajustado, Alavancagem e Endividamento Líquido no Glossário e respectivas reconciliações nas seções de Liquidez e Recursos de Capital, Reconciliação do EBITDA Ajustado, do LTM EBITDA Ajustado e Endividamento Líquido.

 

 

Áudio da Divulgação dos Resultados 2T17

Rio de Janeiro, 11 de maio de 2017 - RESULTADOS CONSOLIDADOS DO PRIMEIRO TRIMESTRE DE 2017 - Informações contábeis intermediárias consolidadas revisadas pelos auditores independentes de acordo com os padrões internacionais de contabilidade (IFRS).

Lucro Líquido
R$ 4,449 bilhões

Produção
2.182 mil bbl/dia

EBITDA Ajustado
R$ 25.254 milhões

Principais Destaques

Principais destaques do resultado

  •  Lucro líquido de R$ 4.449 milhões no 1T-2017, ante um prejuízo de R$ 1.246 milhões no 1T-2016, determinado por:
    • menores gastos com importações de petróleo e gás natural, pela maior participação do óleo nacional na carga processada e maior oferta de gás nacional;
    • aumento de 72% nas exportações, que atingiram 782 mil barris/dia, com preços médios de petróleo mais elevados;
    • redução de 27% nas despesas com vendas, gerais e administrativas;
    • redução de 11% nas despesas financeiras líquidas; e
    • menores despesas com baixa de poços secos e/ou subcomerciais e com ociosidade de equipamentos.
  •  Aumento de 19% no EBITDA Ajustado*, para R$ 25.254 milhões, em função das menores despesas operacionais e dos menores gastos com importações. A Margem do EBITDA Ajustado* foi de 37% no 1T-2017.
  •  Fluxo de caixa livre* positivo pelo oitavo trimestre consecutivo, atingindo R$ 13.368 milhões, 5,6 vezes o registrado no 1T-2016. Esse resultado reflete a combinação entre a melhora expressiva da geração operacional da empresa e a redução de investimentos.
  •  Em relação a 31.12.2016, houve diminuição do endividamento bruto em 5%, passando de R$ 385.784 milhões para R$ 364.758 milhões e do Endividamento líquido* em 4%, passando de R$ 314.120 milhões para R$ 300.975 milhões.
  •  Em dólares, o decréscimo foi de 1% no Endividamento líquido* (US$ 1.388 milhões), que passou de US$ 96.381 milhões em 31.12.2016, para US$ 94.993 milhões em 31.03.2017. Além disso, a gestão da dívida possibilitou o aumento do prazo médio do endividamento de 7,46 anos, em 31.12.2016, para 7,61 anos, em 31.03.2017.
  •  Redução do índice dívida líquida sobre LTM EBITDA Ajustado* de 3,54, em 31.12.2016, para 3,24 em 31.03.2017. Neste mesmo período, a alavancagem reduziu de 55% para 54%.
  •  O efetivo de pessoal da Companhia em 31.03.2017 foi de 65.220 empregados, uma redução de 17% em comparação a 31.03.2016, em função do plano de incentivo ao desligamento voluntário (PIDV).


Principais destaques operacionais

  •  A produção média de petróleo da companhia no Brasil, no 1T-2017, foi de  2.182 mil barris por dia (bpd), 10% acima do registrado no 1T-2016. Já a produção total de petróleo da Petrobras, no 1T-2017, foi de 2.248 mil bpd, representando um aumento de 9% em comparação com o mesmo período do ano anterior.
  •  No 1T-2017, a produção de derivados no Brasil apresentou queda de 8% quando comparado ao 1T-2016, totalizando 1.811 mil barris por dia (bpd), enquanto as vendas de derivados no mercado doméstico atingiram 1.951 mil bpd, uma queda de 5%.
  •  A companhia manteve sua posição de exportadora líquida, em função do aumento das exportações de petróleo e derivados em 72% e da redução das importações em 40%, em comparação com o 1T-2016.


* Vide definições de Fluxo de caixa livre, EBITDA Ajustado, LTM EBITDA Ajustado, Margem do EBITDA Ajustado e Endividamento líquido no Glossário e respectivas reconciliações nas seções de Liquidez e Recursos de Capital, Reconciliação do EBITDA Ajustado, do LTM EBITDA Ajustado e Endividamento líquido.

 

Áudio da Divulgação dos Resultados 1T17