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Rio de Janeiro, 11 de agosto de 2016 - RESULTADOS CONSOLIDADOS DO SEGUNDO TRIMESTRE DE 2016 - Informações contábeis intermediárias consolidadas revisadas pelos auditores independentes de acordo com os padrões internacionais de contabilidade (IFRS).

Lucro Líquido
R$ 0,4 bilhões

Produção
2.804 mil bbl/dia

EBITDA Ajustado
R$ 20.317 milhões

Principais Destaques

Principais destaques do resultado 2T-2016 x 1T-2016

• Lucro Líquido de R$ 370 milhões, ante um prejuízo de R$ 1.246 milhões no 1T-2016, determinado por:
- redução de 30% nas despesas financeiras líquidas;
- crescimento de 7% na produção total de petróleo e gás natural;
- incremento da receita com aumento de 14% nas exportações de petróleo e derivados e redução de custos com importações de gás natural;
- despesas com o novo Programa de Incentivo ao Desligamento Voluntário (PIDV); e
- impairment de ativos do Comperj.

• Fluxo de caixa livre* positivo pelo quinto trimestre consecutivo, no montante de R$ 10.790 milhões, 3,5 vezes superior ao registrado no 1T-2016 de R$ 2.381 milhões, devido à maior geração operacional e à redução dos investimentos.

• EBITDA ajustado* de R$ 20.317 milhões no 2T-2016, 4% inferior ao 1T-2016.

• O endividamento bruto recuou 19%, passando de R$ 493.023 milhões, em 31.12.2015, para R$ 397.760 milhões, uma redução de R$ 95.263 milhões. O endividamento líquido* passou de R$ 392.136 milhões para R$ 332.390 milhões, uma queda de 15%.

• O índice dívida líquida sobre LTM EBITDA ajustado* recuou de 5,31, em 31.12.2015, para 4,49, em 30.06.2016, e a alavancagem reduziu de 60% para 55%.

• As operações de emissão de títulos globais no valor de US$ 6,75 bilhões e oferta de recompra de US$ 6,3 bilhões contribuíram para aumentar o prazo médio da dívida de 7,14 anos, em 31.12.2015, para 7,30 anos, em 30.06.2016.

 

Principais destaques operacionais 2T-2016 x 1T-2016

• A produção total de petróleo e gás natural da Petrobras foi de 2.804 mil barris de óleo equivalente por dia (boed), um aumento de 7% em comparação com o 1T-2016.

• A produção de derivados no Brasil apresentou queda de 2%, totalizando 1.919 mil barris por dia (bpd), enquanto as vendas no mercado doméstico atingiram 2.109 mil bpd, um aumento de 3%.

• Aumento de 14% das exportações de petróleo e derivados, que alcançaram 515 mil bpd, e aumento de 34% no preço médio do Brent (para US$/bbl 45,57).

• Redução de 55% na importação de GNL devido à maior oferta de gás nacional e menor demanda termelétrica.



* Vide definições de Fluxo de caixa livre, EBITDA ajustado, Endividamento líquido e LTM EBITDA Ajustado no Glossário e respectivas reconciliações nas seções de Liquidez e Recursos de Capital, Reconciliação do EBITDA Ajustado, Endividamento e LTM EBITDA Ajustado.

Áudio da Divulgação dos Resultados 2T16

Rio de Janeiro, 12 de maio de 2016 – RESULTADOS CONSOLIDADOS DO PRIMEIRO TRIMESTRE DE 2016 - Informações contábeis intermediárias consolidadas revisadas pelos auditores independentes de acordo com os padrões internacionais de contabilidade (IFRS).

Prejuízo
R$ 1,2 bilhões

Produção
2.616 mil bbl/dia

EBITDA Ajustado
R$ 21.091 milhões

Principais Destaques

Principais destaques do resultado (1T-2016 x 1T-2015):

• Prejuízo de R$ 1.246 milhões, determinado por:
  - maiores despesas de juros e variações monetárias e cambiais negativas, que atingiram R$ 9.579 milhões;
  - redução de 7% da produção de petróleo e gás natural (Brasil e exterior);
  - queda de 8% na venda de derivados no mercado doméstico;
  - aumento dos custos com depreciação; e
  - maiores gastos com ociosidade de equipamentos, principalmente de sondas.

• EBITDA ajustado de R$ 21.091 milhões no 1T-2016, ante um resultado de R$ 21.518 milhões no 1T-2015. A margem EBITDA foi de 30% no 1T-2016.

• Fluxo de caixa livre positivo no montante de R$ 2.381 milhões no 1T-2016 (negativo em R$ 1.253 milhões no 1T-2015), em função das maiores margens de diesel e gasolina no mercado interno, menores gastos com participações governamentais e importações, bem como redução dos investimentos.

• Decréscimo de 9% no endividamento bruto em reais (R$ 42.834 milhões), de R$ 492.849 milhões em 31 de dezembro de 2015 para R$ 450.015  milhões.

• Aumento de 3% no endividamento líquido em dólares quando comparado ao saldo em 31 de dezembro de 2015 (para US$ 103.821  milhões).

• O índice dívida líquida sobre LTM EBITDA ajustado recuou de 5,31 em 31 de dezembro de 2015 para 5,03 em 31 de março de 2016 e a alavancagem reduziu de 60% para 58%.

 

Principais destaques operacionais (1T-2016 x 1T-2015):

• A produção total de petróleo e gás natural da Petrobras atingiu 2.616 mil barris de óleo equivalente por dia (boed), uma redução de 7%.
 
• A produção de derivados no Brasil ficou estável, totalizando 1.958 mil barris por dia (bpd), enquanto as vendas no mercado doméstico atingiram 2.056 mil bpd.

• Aumento de 14% das exportações de petróleo e derivados (56 mil bpd) e recuo de 37% do preço médio do Brent (para US$ 33,89/bbl).

• Redução de 21% no custo de extração sem participações governamentais no Brasil (para US$ 10,49/bbl).

Áudio da Divulgação dos Resultados 1T16