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Acesse as informações sobre as nossas divulgações trimestrais de resultados.

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Rio de Janeiro, 10 de novembro de 2016 - RESULTADOS CONSOLIDADOS DO TERCEIRO TRIMESTRE DE 2016 - Informações contábeis intermediárias consolidadas revisadas pelos auditores independentes de acordo com os padrões internacionais de contabilidade (IFRS).

Prejuízo
R$ 16,5 bilhões

Produção
2.869 mil bbl/dia

EBITDA Ajustado
R$ 21.603 milhões

Principais Destaques

Principais destaques do resultado 3T-2016 x 2T-2016

• Prejuízo de R$ 16.458 milhões, ante um lucro líquido de R$ 370 milhões no 2T-2016, determinado por:
 - impairment de ativos e de investimentos em coligadas no valor de R$ 15.709 milhões, decorrente da apreciação do real e aumento da taxa de desconto, da revisão do conjunto de premissas, tais como preço de Brent e taxa de câmbio de longo prazo, e da carteira de investimentos contemplados no Plano de Negócios e Gestão 2017-2021;
 - reclassificação de perdas com depreciação cambial, em decorrência da venda da Petrobras Argentina (PESA);
 - maior despesa com o novo Programa de Incentivo ao Desligamento Voluntário;
 - provisão para gastos com acordos em ações individuais contra a Petrobras em Nova York;
 - provisão para assunção de dívidas e para perdas com adiantamentos a fornecedores para construção de cascos de FPSOs; e
 - esses fatores foram parcialmente compensados pelo efeito positivo da revisão de abandono de áreas de produção de petróleo e gás, pelos menores gastos com ociosidade de sondas e pela apuração de ganho contábil com alienação da PESA.

• Fluxo de caixa livre* positivo pelo sexto trimestre consecutivo, no montante de R$ 16.448 milhões, 52% superior ao registrado no 2T-2016, devido ao aumento em 22% da geração operacional  e à redução em 8% dos investimentos e 3,6 vezes superior, na visão acumulada, ao registrado no período de Jan-Set/2015.  
• EBITDA ajustado* de R$ 21.603 milhões no 3T-2016, 6% superior ao 2T-2016, devido ao aumento da produção e exportação de petróleo e aos menores gastos com importações, e de R$ 63.011 milhões de Jan-Set/2016, 11% superior ao período anterior.
• O endividamento bruto recuou 19%, passando de R$ 493.023 milhões, em 31.12.2015, para R$ 398.165 milhões, uma redução de R$ 94.858 milhões devido, principalmente, à apreciação do real. O endividamento líquido* passou de R$ 392.136 milhões para R$ 325.563 milhões, uma queda de 17%.
• O índice dívida líquida sobre LTM EBITDA ajustado* recuou de 5,31, em 31.12.2015, para 4,07, em 30.09.2016, e a alavancagem reduziu de 60% para 55%.
• As despesas com vendas, gerais e administrativas recuaram 2%, apesar da provisão para reajuste salarial decorrente do Acordo Coletivo de Trabalho 2016.

Principais destaques operacionais 3T-2016 x 2T-2016

• A produção total de petróleo e gás natural da Petrobras foi de 2.869 mil barris de óleo equivalente por dia (boed), um aumento de 2% em comparação com o 2T-2016.
• Em setembro, houve vários recordes de produção, dentre eles a de petróleo e gás no Brasil (2.753 mil boed) e a de petróleo e gás operada pela Petrobras na camada pré-sal (1.464 mil boed).
• A produção de derivados no Brasil apresentou queda de 3%, totalizando 1.862 mil barris por dia (bpd), enquanto as vendas no mercado doméstico atingiram 2.088 mil bpd, uma queda de 1%.
• Aumento de 9% das exportações de petróleo e derivados, que alcançaram 562 mil bpd.

* Vide definições de Fluxo de caixa livre, EBITDA ajustado, Endividamento líquido e LTM EBITDA Ajustado no Glossário e respectivas reconciliações nas seções de Liquidez e Recursos de Capital, Reconciliação do EBITDA Ajustado, Endividamento e LTM EBITDA Ajustado.

Áudio da Divulgação dos Resultados 3T16

Rio de Janeiro, 11 de agosto de 2016 - RESULTADOS CONSOLIDADOS DO SEGUNDO TRIMESTRE DE 2016 - Informações contábeis intermediárias consolidadas revisadas pelos auditores independentes de acordo com os padrões internacionais de contabilidade (IFRS).

Lucro Líquido
R$ 0,4 bilhões

Produção
2.804 mil bbl/dia

EBITDA Ajustado
R$ 20.317 milhões

Principais Destaques

Principais destaques do resultado 2T-2016 x 1T-2016

• Lucro Líquido de R$ 370 milhões, ante um prejuízo de R$ 1.246 milhões no 1T-2016, determinado por:
- redução de 30% nas despesas financeiras líquidas;
- crescimento de 7% na produção total de petróleo e gás natural;
- incremento da receita com aumento de 14% nas exportações de petróleo e derivados e redução de custos com importações de gás natural;
- despesas com o novo Programa de Incentivo ao Desligamento Voluntário (PIDV); e
- impairment de ativos do Comperj.

• Fluxo de caixa livre* positivo pelo quinto trimestre consecutivo, no montante de R$ 10.790 milhões, 3,5 vezes superior ao registrado no 1T-2016 de R$ 2.381 milhões, devido à maior geração operacional e à redução dos investimentos.

• EBITDA ajustado* de R$ 20.317 milhões no 2T-2016, 4% inferior ao 1T-2016.

• O endividamento bruto recuou 19%, passando de R$ 493.023 milhões, em 31.12.2015, para R$ 397.760 milhões, uma redução de R$ 95.263 milhões. O endividamento líquido* passou de R$ 392.136 milhões para R$ 332.390 milhões, uma queda de 15%.

• O índice dívida líquida sobre LTM EBITDA ajustado* recuou de 5,31, em 31.12.2015, para 4,49, em 30.06.2016, e a alavancagem reduziu de 60% para 55%.

• As operações de emissão de títulos globais no valor de US$ 6,75 bilhões e oferta de recompra de US$ 6,3 bilhões contribuíram para aumentar o prazo médio da dívida de 7,14 anos, em 31.12.2015, para 7,30 anos, em 30.06.2016.

 

Principais destaques operacionais 2T-2016 x 1T-2016

• A produção total de petróleo e gás natural da Petrobras foi de 2.804 mil barris de óleo equivalente por dia (boed), um aumento de 7% em comparação com o 1T-2016.

• A produção de derivados no Brasil apresentou queda de 2%, totalizando 1.919 mil barris por dia (bpd), enquanto as vendas no mercado doméstico atingiram 2.109 mil bpd, um aumento de 3%.

• Aumento de 14% das exportações de petróleo e derivados, que alcançaram 515 mil bpd, e aumento de 34% no preço médio do Brent (para US$/bbl 45,57).

• Redução de 55% na importação de GNL devido à maior oferta de gás nacional e menor demanda termelétrica.



* Vide definições de Fluxo de caixa livre, EBITDA ajustado, Endividamento líquido e LTM EBITDA Ajustado no Glossário e respectivas reconciliações nas seções de Liquidez e Recursos de Capital, Reconciliação do EBITDA Ajustado, Endividamento e LTM EBITDA Ajustado.

Áudio da Divulgação dos Resultados 2T16

Rio de Janeiro, 12 de maio de 2016 – RESULTADOS CONSOLIDADOS DO PRIMEIRO TRIMESTRE DE 2016 - Informações contábeis intermediárias consolidadas revisadas pelos auditores independentes de acordo com os padrões internacionais de contabilidade (IFRS).

Prejuízo
R$ 1,2 bilhões

Produção
2.616 mil bbl/dia

EBITDA Ajustado
R$ 21.091 milhões

Principais Destaques

Principais destaques do resultado (1T-2016 x 1T-2015):

• Prejuízo de R$ 1.246 milhões, determinado por:
  - maiores despesas de juros e variações monetárias e cambiais negativas, que atingiram R$ 9.579 milhões;
  - redução de 7% da produção de petróleo e gás natural (Brasil e exterior);
  - queda de 8% na venda de derivados no mercado doméstico;
  - aumento dos custos com depreciação; e
  - maiores gastos com ociosidade de equipamentos, principalmente de sondas.

• EBITDA ajustado de R$ 21.091 milhões no 1T-2016, ante um resultado de R$ 21.518 milhões no 1T-2015. A margem EBITDA foi de 30% no 1T-2016.

• Fluxo de caixa livre positivo no montante de R$ 2.381 milhões no 1T-2016 (negativo em R$ 1.253 milhões no 1T-2015), em função das maiores margens de diesel e gasolina no mercado interno, menores gastos com participações governamentais e importações, bem como redução dos investimentos.

• Decréscimo de 9% no endividamento bruto em reais (R$ 42.834 milhões), de R$ 492.849 milhões em 31 de dezembro de 2015 para R$ 450.015  milhões.

• Aumento de 3% no endividamento líquido em dólares quando comparado ao saldo em 31 de dezembro de 2015 (para US$ 103.821  milhões).

• O índice dívida líquida sobre LTM EBITDA ajustado recuou de 5,31 em 31 de dezembro de 2015 para 5,03 em 31 de março de 2016 e a alavancagem reduziu de 60% para 58%.

 

Principais destaques operacionais (1T-2016 x 1T-2015):

• A produção total de petróleo e gás natural da Petrobras atingiu 2.616 mil barris de óleo equivalente por dia (boed), uma redução de 7%.
 
• A produção de derivados no Brasil ficou estável, totalizando 1.958 mil barris por dia (bpd), enquanto as vendas no mercado doméstico atingiram 2.056 mil bpd.

• Aumento de 14% das exportações de petróleo e derivados (56 mil bpd) e recuo de 37% do preço médio do Brent (para US$ 33,89/bbl).

• Redução de 21% no custo de extração sem participações governamentais no Brasil (para US$ 10,49/bbl).

Áudio da Divulgação dos Resultados 1T16