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Acesse as informações sobre as nossas divulgações trimestrais de resultados.

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Rio de Janeiro, 13 de Novembro de 2017 - RESULTADOS CONSOLIDADOS DE JANEIRO A SETEMBRO DE 2017 - Informações contábeis intermediárias consolidadas revisadas pelos auditores independentes de acordo com os padrões internacionais de contabilidade (IFRS).

Lucro Líquido
R$ 0,266 bilhão

Produção
2.776 mil bbl/dia

EBITDA Ajustado
R$ 63.571 milhões

Principais Destaques

Principais destaques do resultado

  • Lucro líquido de R$ 5.031 milhões nos 9M-2017, ante um prejuízo de R$ 17.334 milhões no 9M-2016, determinado por:
  • Maiores exportações líquidas de petróleo e derivados, a preços mais elevados;
  • Menores margens e volume de vendas de derivados no Brasil;
  • Menores gastos com pessoal e com baixas de poços secos e/ou subcomerciais;
  • Ganho com a venda da NTS no 2T-2017;
  • Redução do impairment dos ativos; e
  • Maiores gastos com adesão a programas de regularização de débitos federais.
  • O lucro líquido do 3T-2017 atingiu R$ 266 milhões, no mesmo patamar do 2T-2017.
  • O EBITDA Ajustado* nos 9M-2017 ficou estável em R$ 63.571 milhões, evidenciando que a redução nas despesas operacionais e o aumento das exportações compensaram a queda das margens de derivados. A Margem EBITDA Ajustado* foi de 31%.
  • Nos 9M-2017 o Fluxo de Caixa Livre* atingiu R$ 37.456 milhões, 26% acima do registrado no mesmo período do ano anterior. Esse resultado reflete a estabilidade da geração operacional e a redução de investimentos. O Fluxo de Caixa Livre* foi positivo pelo décimo trimestre consecutivo.
  • Em relação a 31.12.2016, houve redução do endividamento bruto em 7%, passando de R$ 385.784 milhões para R$ 359.412 milhões, e do endividamento líquido* em 11%, passando de R$ 314.120 milhões para R$ 279.237 milhões.
  • Em dólares, o decréscimo foi de 9% no endividamento líquido* (US$ 8.238 milhões), que passou de US$ 96.381milhões em 31.12.2016, para US$ 88.143 milhões em 30.09.2017. Além disso, a gestão da dívida possibilitou o aumento do prazo médio do endividamento de 7,46 anos, em 31.12.2016, para 8,36 anos, em 30.09.2017.
  • Redução do índice dívida líquida sobre LTM EBITDA Ajustado* de 3,54 em 31.12.2016, para 3,16 em 30.09.2017. Neste mesmo período, a Alavancagem* reduziu de 55% para 51%.
  • O efetivo de pessoal da Companhia em 30.09.2017 foi de 62.528 empregados, uma redução de 12% em comparação a 30.09.2016, em função do plano de incentivo ao desligamento voluntário (PIDV).


Principais destaques operacionais

  • A produção total de petróleo e gás natural da Petrobras, nos 9M-2017 foi de 2.776 mil barris de óleo equivalente por dia (boed), sendo 2.660 mil boed no Brasil, 3% acima do registrado no ano anterior.
  • Nos 9M-2017, a produção de derivados no Brasil apresentou queda de 6% na comparação anual, totalizando 1.802 mil barris por dia (bpd), enquanto as vendas de derivados no mercado doméstico atingiram 1.959 mil bpd, uma queda de 6%.
  • A companhia manteve sua posição de exportadora líquida, com saldo de 385 mil bpd nos 9M-2017 (vs. 111 mil bpd nos 9M-2016), em função do aumento das exportações de petróleo e derivados em 39% e da redução das importações em 19%.

 

 

Áudio da Divulgação dos Resultados 3T17

Rio de Janeiro, 10 de agosto de 2017 - RESULTADOS CONSOLIDADOS DO PRIMEIRO SEMESTRE DE 2017 - Informações contábeis intermediárias consolidadas revisadas pelos auditores independentes de acordo com os padrões internacionais de contabilidade (IFRS).

Lucro Líquido
R$ 0,316 bilhão

Produção
2.791 mil bbl/dia

EBITDA Ajustado
R$ 44.348 milhões

Principais Destaques

Principais destaques do resultado

  • Lucro líquido de R$ 4.765 milhões no 1S-2017, ante um prejuízo de R$ 876 milhões no 1S-2016, determinado por:
    • Aumento de R$ 9.554 milhões na receita com exportações devido aos maiores volumes e preços de petróleo;
    • Ganho  de R$ 6.977 milhões apurado na venda da participação na Nova Transportadora do Sudeste (NTS);
    • Redução de 68% nos custos exploratórios e de 16% nas despesas de vendas, gerais e administrativas;
    • Retração de 7% nas vendas de derivados no mercado interno e menores gastos com importações; 
    • Gastos com adesão aos Programas de Regularização de Tributos Federais (R$ 6.234 milhões); 
    • Maiores gastos com participações governamentais devido ao aumento da cotação do Brent; e
    • Provisão para perdas com recebíveis referentes ao navio-sonda Vitória 10.000 (R$ 818 milhões).
  • O lucro líquido do 2T-2017 permaneceu no mesmo patamar em relação a igual período do ano anterior (2T-2016), refletindo as menores margens de derivados, a diminuição do volume vendido e redução das despesas operacionais.
  • Aumento de 6% no EBITDA Ajustado* no 1S-2017, para R$ 44.348 milhões, em função das menores despesas operacionais e dos menores gastos com importações. A Margem do EBITDA Ajustado* foi de 33%.
  • No 1S-2017 o Fluxo de Caixa Livre* atingiu R$ 22.722 milhões, 70% acima do registrado no 1S-2016. Esse resultado reflete a combinação entre a melhora da geração operacional e a redução de investimentos. Fluxo de Caixa Livre* foi positivo pelo nono trimestre consecutivo.
  • Em relação a 31.12.2016, houve redução do endividamento bruto em 2%, passando de R$ 385.784 milhões para R$ 376.587 milhões, e do endividamento líquido* em 6%, passando de R$ 314.120 milhões para R$ 295.300 milhões.
  • Em dólares, o decréscimo foi de 7% no Endividamento líquido* (US$ 7.118 milhões), que passou de US$ 96.381 milhões em 31.12.2016, para US$ 89.263 milhões em 30.06.2017. Além disso, a gestão da dívida possibilitou o aumento do prazo médio do endividamento de 7,46 anos, em 31.12.2016, para 7,88 anos, em 30.06.2017.
  • Redução do índice dívida líquida sobre LTM EBITDA Ajustado* de 3,54 em 31.12.2016, para 3,23 em 30.06.2017. Neste mesmo período, a Alavancagem* reduziu de 55% para 53%.
  • O efetivo de pessoal da Companhia em 30.06.2017 foi de 63.152 empregados, uma redução de 18% em comparação a 30.06.2016, em função do plano de incentivo ao desligamento voluntário (PIDV).

 

Principais destaques operacionais

  • A produção total de petróleo e gás natural da Petrobras, no 1S-2017 foi de 2.791 mil barris de óleo equivalente por dia (boed), sendo 2.671 mil boed no Brasil, 6% acima do registrado no 1S-2016. 
  • Durante o 2T-2017, teve início a operação da plataforma P-66, na área de Lula Sul, no pré-sal da Bacia de Santos e, em junho, foi atingido recorde de produção operada de petróleo e gás natural na camada pré-sal de 1.686 mil boed. Além disso, houve menores gastos com ociosidade de sondas.
  • No 1S-2017, a produção de derivados no Brasil apresentou queda de 7% quando comparado ao 1S-2016, totalizando 1.805 mil barris por dia (bpd), enquanto as vendas de derivados no mercado doméstico atingiram 1.943 mil bpd, uma queda de 7%.
  • A companhia manteve sua posição de exportadora líquida, com saldo de 401 mil bpd no 1S-2017 (vs. 62 mil bpd no 1S-2016), em função do aumento das exportações de petróleo e derivados em 48% e da redução das importações em 25%, em comparação com o 1S-2016.
  • Contribuíram para a redução nas importações no 1S-2017 o aumento da participação de óleo nacional na carga processada e do gás natural doméstico no mix de vendas.

 

* Vide definições de Fluxo de Caixa Livre, EBITDA Ajustado, LTM EBITDA Ajustado, Margem do EBITDA Ajustado, Alavancagem e Endividamento Líquido no Glossário e respectivas reconciliações nas seções de Liquidez e Recursos de Capital, Reconciliação do EBITDA Ajustado, do LTM EBITDA Ajustado e Endividamento Líquido.

 

 

Áudio da Divulgação dos Resultados 2T17

Rio de Janeiro, 11 de maio de 2017 - RESULTADOS CONSOLIDADOS DO PRIMEIRO TRIMESTRE DE 2017 - Informações contábeis intermediárias consolidadas revisadas pelos auditores independentes de acordo com os padrões internacionais de contabilidade (IFRS).

Lucro Líquido
R$ 4,449 bilhões

Produção
2.182 mil bbl/dia

EBITDA Ajustado
R$ 25.254 milhões

Principais Destaques

Principais destaques do resultado

  •  Lucro líquido de R$ 4.449 milhões no 1T-2017, ante um prejuízo de R$ 1.246 milhões no 1T-2016, determinado por:
    • menores gastos com importações de petróleo e gás natural, pela maior participação do óleo nacional na carga processada e maior oferta de gás nacional;
    • aumento de 72% nas exportações, que atingiram 782 mil barris/dia, com preços médios de petróleo mais elevados;
    • redução de 27% nas despesas com vendas, gerais e administrativas;
    • redução de 11% nas despesas financeiras líquidas; e
    • menores despesas com baixa de poços secos e/ou subcomerciais e com ociosidade de equipamentos.
  •  Aumento de 19% no EBITDA Ajustado*, para R$ 25.254 milhões, em função das menores despesas operacionais e dos menores gastos com importações. A Margem do EBITDA Ajustado* foi de 37% no 1T-2017.
  •  Fluxo de caixa livre* positivo pelo oitavo trimestre consecutivo, atingindo R$ 13.368 milhões, 5,6 vezes o registrado no 1T-2016. Esse resultado reflete a combinação entre a melhora expressiva da geração operacional da empresa e a redução de investimentos.
  •  Em relação a 31.12.2016, houve diminuição do endividamento bruto em 5%, passando de R$ 385.784 milhões para R$ 364.758 milhões e do Endividamento líquido* em 4%, passando de R$ 314.120 milhões para R$ 300.975 milhões.
  •  Em dólares, o decréscimo foi de 1% no Endividamento líquido* (US$ 1.388 milhões), que passou de US$ 96.381 milhões em 31.12.2016, para US$ 94.993 milhões em 31.03.2017. Além disso, a gestão da dívida possibilitou o aumento do prazo médio do endividamento de 7,46 anos, em 31.12.2016, para 7,61 anos, em 31.03.2017.
  •  Redução do índice dívida líquida sobre LTM EBITDA Ajustado* de 3,54, em 31.12.2016, para 3,24 em 31.03.2017. Neste mesmo período, a alavancagem reduziu de 55% para 54%.
  •  O efetivo de pessoal da Companhia em 31.03.2017 foi de 65.220 empregados, uma redução de 17% em comparação a 31.03.2016, em função do plano de incentivo ao desligamento voluntário (PIDV).


Principais destaques operacionais

  •  A produção média de petróleo da companhia no Brasil, no 1T-2017, foi de  2.182 mil barris por dia (bpd), 10% acima do registrado no 1T-2016. Já a produção total de petróleo da Petrobras, no 1T-2017, foi de 2.248 mil bpd, representando um aumento de 9% em comparação com o mesmo período do ano anterior.
  •  No 1T-2017, a produção de derivados no Brasil apresentou queda de 8% quando comparado ao 1T-2016, totalizando 1.811 mil barris por dia (bpd), enquanto as vendas de derivados no mercado doméstico atingiram 1.951 mil bpd, uma queda de 5%.
  •  A companhia manteve sua posição de exportadora líquida, em função do aumento das exportações de petróleo e derivados em 72% e da redução das importações em 40%, em comparação com o 1T-2016.


* Vide definições de Fluxo de caixa livre, EBITDA Ajustado, LTM EBITDA Ajustado, Margem do EBITDA Ajustado e Endividamento líquido no Glossário e respectivas reconciliações nas seções de Liquidez e Recursos de Capital, Reconciliação do EBITDA Ajustado, do LTM EBITDA Ajustado e Endividamento líquido.

 

Áudio da Divulgação dos Resultados 1T17