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Rio de Janeiro – 03 de agosto de 2012 – Petrobras divulga hoje seus resultados consolidados expressos em milhões de reais, segundo os padrões internacionais de contabilidade (International Financial Reporting Standards – IFRS) emitidos pelo International Accounting Standards Board – IASB.
O lucro líquido e o EBITDA consolidados atingiram R$ 7.868 milhões e R$ 27.120 milhões, respectivamente, no 1S-2012.
No 2T-2012, a Companhia apurou prejuízo de R$ 1.346 milhões.
Principais destaques
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R$ milhões |
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1º Semestre |
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2T-2012 |
1T-2012 |
2T12 X 1T12 (%) |
2T-2011 |
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2012 |
2011 |
2012 x 2011 (%) |
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(1.346) |
9.214 |
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10.943 |
Lucro líquido /(prejuízo) consolidado atribuível aos acionistas da Petrobras |
7.868 |
21.928 |
(64) |
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2.579 |
2.676 |
(4) |
2.607 |
Produção total de óleo e gás natural (mil bbl/dia) |
2.628 |
2.618 |
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10.599 |
16.521 |
(36) |
15.909 |
EBITDA |
27.120 |
31.764 |
(15) |
No 2T-2012, a desvalorização cambial foi determinante para o prejuízo apurado pela Companhia. Outros fatores conjunturais também afetaram o resultado, conforme abaixo:
• A desvalorização do Real afetou de maneira relevante o resultado financeiro, pelo nosso endividamento denominado em dólares, mas também os custos dolarizados da Companhia.
• Maiores gastos com baixas de poços secos ou subcomerciais, perfurados principalmente no período 2009-2012, com destaque para áreas de novas fronteiras.
• A produção de óleo diminuiu devido à realização de paradas para manutenção buscando o aumento da eficiência operacional.
• Os custos de extração aumentaram em decorrência das paradas e dos gastos com o programa de aumento da eficiência operacional de campos maduros, cujos benefícios não ocorreram neste trimestre.
• Os preços dos derivados vendidos no Brasil estiveram, durante maior parte do trimestre, com grande defasagem em relação às paridades internacionais, somente reduzida com os aumentos realizados em 25 de junho de 2012.
• Aumento na demanda por derivados suprida pela realização de estoques formados a custos mais elevados e maior participação dos importados no mix de venda, principalmente diesel.
• Queda dos preços internacionais ao final do trimestre gerou perdas nos estoques das refinarias no exterior.
• Maiores importações de GNL para suprimento da demanda térmica, assim como menor margem de comercialização de energia, pelo maior PLD. A demanda termelétrica reduziu somente ao final do trimestre.